Roberto Souza do Jornal Comunitário da Vida FM (107,9) entrevista o professor Cristóvão Cerqueira, o criador do projeto Social “Zé Livrório”

O professor Cristóvão Cerqueira dedicou grandes esforços, talentos e conhecimentos ao projeto cultural de poesia, entretenimento social e musical que está em pleno desenvolvimento na região de Irecê: Zé Livrório.

Na entrevista concedida a Roberto Souza, o professor “Cristóvão Cerqueira”, conhecido como “Zé Livrório”, informou sobre sua vida pessoal e disse que foi “após as privatizações” que ele optou por projetos dedicados à educação e na transmissão de conhecimentos da literatura, poesia, músicas, cultura regional e folclórica na macrorregião de Irecê.

Quanto a suas origens e formação diz o professor Cristóvão: “Eu nasci em Morro do Chapéu, como a maioria de nós aqui, com aquela infância na década de 70 e 80.  Como “todo cabra” do interior eu fiz ensino médio e assim que concluir, eu fui trabalhar!”

Após sua formação de ensino médio, e da formação em matemática, Cristóvão questionou sobre o conflito de sua formação acadêmica, seus desejos e talentos pessoais. Indagou Cristóvão: “Como a gente vai de exatas para humanas assim? ... Eu tive uma formação musical na Filarmônica Minerva de Morro do Chapéu ... Eu sempre gostei de trabalhar com música.

Ainda que estranho a formação técnica, a profissão técnica a formação acadêmica em matemática, tudo conspirou para o sucesso e divulgação do projeto pessoal e com diversas parcerias poéticas, parcerias públicas municipais, parcerias regionais, profissionais na região.

Como até mesmo para a mente brilhante do professor Cristóvão Cerqueira foi estranho haver uma lógica, que estivesse alinhada com sua mente LÓGICA/MATEMÁTICA e artística, com um veio musical, cultural, cultural, social... nós o público que não sabemos como funciona uma mente brilhante, apenas, nos agraciamos do seu projeto e se pergunta como se poderá impactar toda esta geração, e região!

Sobre o início do projeto, o professor Cristovão disse na entrevista na Vida FM que recebeu um conselho do colega Márcio Andrade: “Você já faz um trabalho brilhante com a música, porque você não vai trabalhar com leitura também com essa turma?”. E, nas parcerias de poesia, música, teatro e outras participações falou de “Noedson, Chico leite e Marcos Aurélio que é daqui de Jussara, que é um belo compositor e Leo” relembrando do trabalho de Marco Aurélio, afirmou “aquelas músicas de Tony & Ju, que fizeram tanto sucesso aqui na região”, enquanto o jingle cantada no projeto Zé Livrório “da vacina”, foi de Nonói, meu amigo Noedson, revelou o professor na entrevista.

O projeto tem como alvo e objetivo a leitura, a poesia, o teatro, a cultura regional, o cordel, o forró das festas juninas! Neste ponto, o professor informa que “está quase certo, o São João da Cooperil. Diz o professor: Nós temos o “Forrozinho do Zé livrório”, tem a banda do Zé Livrório”, que entre muitas outras atrações, outras atividades do projeto que podem atender a demanda cultural, social, quanto a música, poesia, literatura, áudio e vídeo para toda a região.

Para nós, simples mortais, apenas temos que comparecer nos eventos do Zé Livrório e Chico Leitura, acompanhar e aproveitar dos momentos e dos tempos que são dedicados a literatura, leitura, teatro, poesia, música.

O Zé Livrório pode ser chamado para sua escola, cidade, bairro ou festa infantil pelo telefone ou WhatsApp no seguinte número: (74) 99949 6039

Entrevista, parcialmente tratada

Roberto: Vida FM 107,9, que prazer estar aqui bater esse papo com vocês. Daqui a pouco, abordar um pouco aí. Sobre toda a trajetória do Zé.

Roberto

  • Prazer recebê-lo aqui.  Seja bem-vindo.  

Zé Livrório

  • Quem agradece sou eu, cara.  Quem agradece sou eu.  Obrigado pelo convite. Daqui a pouco a gente prosa.

Roberto: Já saudamos aqui com o bom dia e primeiramente, eu gostaria de saber do Zé desde quando, onde e como surgiu a ideia do projeto Zé Livrório?

Zé: Como nasceu o Zé livrório?  Pois bem, antes de falar do propriamente do Zé livrório, vou falar um pouquinho do professor Cristovam Cerqueira.

Eu nasci em Morro do Chapéu, como a maioria de nós aqui, com aquela, infância na década de 70 e 80.  Como Todo o cabra do interior, eu fiz ensino médio, e assim que concluir, eu fui trabalhar na Coelba, na companhia de eletricidade da Bahia.  Onde fiquei, por 13 anos.  

A gente trabalhava como operador na subestação. Tenho vários amigos aqui em Irecê, que são/eram da Coelba. É da turma dessa época! Fui trabalhar na subestação aqui.  E, posteriormente, com a privatização eu fui para a área de educação. Aí eu acabei me concursando em Jussara, e Morro do Chapéu e me licenciei em matemática. Nós sempre trabalhando com música paralelamente, ô que coisa estranha! Não é?  

A gente vai de um lado, matemática para a música. É impressionante, isso, não é? Como a gente vai de exatas para humanas assim? Mas sempre deu certo! Porque eu tive uma formação musical na Filarmônica Minerva de Morro do Chapéu.  Não sei se você já ouviu falar.  É uma entidade centenária.  E eu sempre gostei de trabalhar com música.

Nas escolas, sempre tive essa Liberdade também. Isso a gente agradece a coordenação, aos diretores, enfim, quem abraçou também a ideia.  E fiquei por muito tempo, muito tempo trabalhando com o flauta doce e canto com a criançada.  E posteriormente, eu fui trabalhar com idosos.  Também trabalho com idosos.

No CRAS de Morro do Chapéu Trabalhei e em Jussara e tantos outros municípios.  Agora eu estou em João Dourado e América também.  

Hoje, estarei com os idosos no Prevenido, hoje à tarde as 3:00, aí eu tenho, eu, me sinto privilegiado que eu tenho um público bacana, né?  São crianças e idosos, crianças e idosos.  Então, um público muito específico, que a gente é muito feliz em trabalhar com essa turma.

E essa ideia de Zé Livrório da kombi, eu tinha na mente, mas ela é muito recente.  A gente começou a ler e se preocupar como todo o professor, com o índice de abandono, não é?   das escolas e das pessoas que não retornaram, enfim.  A gente tem uns é 60% dessa turma que que desistia sem saber ler.  Escrever! Cara!


Eu tenho um amigão aqui, ele é muito conhecido, que é o professor Márcio Andrade!  Ele é coordenador de uma escola que a gente trabalhava lá no Tareco de Morro do Chapéu.  E ele me disse: (Márcio Andrade) “Você já faz um trabalho brilhante com a música, porque você não vai trabalhar com leitura também com essa turma?”  

: Eu respondi: É! A gente tem que rodar por aí, então, o ideal, é tem uma kombi, tudo veio de forma instantânea. Eu disse! 

Roberto: As ideias, surgiram! 

Zé:  A ideia foi surgindo, e foi maravilhosa!  Eu tinha um carro e acabei trocando na kombi! Imagine o baque ao chegar em casa, não é?  O carro que eu tinha valia muito mais.  Você imagina isso o Souza?  Pra gente chegar em casa e comunicar a família né!  O filho diz: Painho?  E, a gente diz: “deixa aí, estamos com umas ideias…”

E, é assim, cara! Tiramos os bancos (da Kombi) ...  A gente tirou as prateleiras, colocou o livro; aí meu irmão, fiz uma parceria bacana com meu amigo, conterrâneo e amigo de infância: Chico Leitura! 

Roberto: Chico leitura, inclusive, foi meu professor ali no colégio Modelo 

: Ele é, aquela figuraça.  E agora é Zé Livrório e Chico Leitura.  Inclusive a musiquinha aí, a letra é dele (Chico Leitura) um parceiro! Ele está lá no Tareco, deve estar nos escutando. E deixo um abração! 

jingle

Chegô! Chegô, chegô a kombi do Zé

A kombi do zé livrório

que bonita que ela é

Chegô! Chegô, chegô a kombi do Zé

A kombi do zé livrório

que bonita que ela é

Pra lê ou ouvi poesia

pra ter a literatura,

pra ver teatro e canção

é com a boa leitura

e a gente lê o mundo

e viva a nossa cultura!

E um projeto muito bacana e já teria que uma segunda pergunta que seria sobre, é o mundo que a gente estamos vivendo, né?  

Roberto: Cada vez mais ligado à tecnologia comunicação, onde muitos se afirmar em que o uso da tecnologia tem feito com que estudantes esqueçam da leitura, você acredita que a tecnologia tenha ajudado? Ou atrapalhado?  O processo de leitura de aprendizagem?

Zé: Olha, é. Relativo isso. Se a gente condenar a tecnologia de dito que que é tudo ruim, que é tudo. Eu acho que não é por aí. Na verdade. Eu ainda prefiro o manuseio do livro que é essa é a grande meta de Zé.  

Livro, Souza, quando eu saio de uma creche ou das séries iniciais, me dá uma sensação. Que é possível que de ser resolver!  Eu acho que o que está faltando é incentivo para essa garotada.  É o que a gente está fazendo.  O que a gente. Se proponho a fazer quando a gente reúne a criançada e você fala do autor do ilustrador. Como funciona o livro humanos veio, eles ficam empolgados.  

Eu acho que essa é a missão. O que é que eu estou passando para os coordenadores para a gente trabalhar com o público do fundamental um. Ou também da EJA aqueles adultos que a gente, se referiu aqui a pouco quando chega ali no fundamental 2, que ele já está meio que dominado pelo celular pelas Redes sociais, realmente fica difícil, é mais difícil, é mais difícil.

Eu tenho conversado com o Chico. A gente precisa encontrar uma forma de chegar, que e para a gente não é fácil, porque a gente trabalha com o lúdico, então a gente tem muita música encantadora da criançada.

Quando você chega para esse público que a gente chama de fundamental 2, principalmente o público de oitavo e nono ano, ele é, esse pessoal não está muito interessado. Não está muito afim, está entendendo? Interessado no (conteúdo) de Zé Livrório, ou do Chico Leitura como se a gente tivesse meio que sim, pagando mico.  

Isso não significa que a gente vai desistir deles, não! A gente tem conversado e tem que e encontrar em forma, enquanto você tiver de encontrar uma forma de trabalhar com ele, até porque assim!

Roberto: É! eu vejo da seguinte forma: Quando você passa ali, se lê um livro, você está ali no livro foco é o livro. Quando você está lendo no computador, até mais um celular, tipo! Chega uma notificação das redes sociais, isto te atrapalha um pouco, né?  

Zé: Atrapalha!  É uma leitura fria, é diferente.  O manuseio do livro é sensacional, cara, então. A gente acredita muito nisso e esse é o papel do Zé , está entendendo?  Sim, é levar livros, incentivar. E dizer para essa criançada que ler faz bem, que ler é importante. Eu, por exemplo, eu lembro ainda na escola que acompanhava muito as histórias ali de Monteiro Lobato, não é?  E aí você mexe muito com a imaginação, muito com a imaginação que ela não somente do Pica-Pau amarelo e principalmente, esses clássicos, né, cara?

Roberto: Esses clássicos que você está citando, tantos outros aí acaba que trazendo um mundo Encantado ali para a cabeça da criança tudo, eu vi até um certo tempo que. Além do do livro, a obra de Monteiro Lobato, por exemplo, foi lançada na TV e deu certo, foi um sucesso.  A sítio do Pica-Pau amarelo e tinha todos aqueles personagens também.

: Pois é, Oh, que bom isso marca, né?  Você tá relembrando aqui agora, então é isso que a gente quer deixar. Há por quê! Na época isto te marcou.  Só porque não teve, não tinha celular, não é só isso, não. Você é de uma geração, que se quiser se perder para essa parte digital, você teria essa opção também. Mas com certeza alguém levou para você. Isso é bacana, sim, tá entendendo?

Qual é o objetivo da trupe, do Zé Livrório? É fazer multiplicadores? E tem a Núbia Paiva e tem tanta gente fazendo.  Tem uma menina que me passou o nome recentemente, ganhou um prêmio aqui também. E a gente está incentivando por onde a gente passa, a gente quer deixar multiplicadores. Para incentivar a leitura.

Roberto: A Terceira pergunta que eu teria que era sobre os municípios que têm abraçado essa causa, firmado parceria já tem.  Você pode citar?  Aí os municípios, como tem se dado esse trabalho?

E sim, eu sou. Eu, sou o lotado em Jussara e acabei pegando uma licença sem remuneração lá em Jussara, porque não tinha como conciliar o tempo, já que Morro de Chapéu absorve hoje a maioria do meu tempo disponível aí para ser livre, mas a gente passa por aqui, estamos também João Dourado, América que a gente fez um trabalho bacana recentemente, visitando as escolas. A gente também está lá com crianças e idosos. Mas temos rodada e toda região.  É possível que a gente, está quase certo, o São João da Cooperil (Colégio). Nós temos o Forrózinho do Zé livrório, tem a banda do Zé livrório também!

Roberto: já deixa o convite aí!

No próximo sábado a gente vai estar em um luau em Souto Soares, na fazenda canbuengo. E já fui informado que algumas secretárias têm interesse de ir lá conhecer o projeto, conhecer a kombi. Isso é bacana. Então? Na verdade, a gente vai de forma muito leve.  O objetivo maior é não perder o foco, mas que bom que está se tornando conhecido.

Roberto: Eu vi aqui também as composições, a musiquinha é do nosso colega Chico Leitura, e teve também aqui, o forró e da Vacina da COVID-19, NÃO É? 

Jingle 1: covid

: Tem que tomar vacina.  Quem vai vacinar aí? Então todo mundo cantando comigo. Quem sabe ensina quem ama vacina?  hora de vacinar …

Roberto: trabalho de conscientização, não é?  A gente viu até hoje, encontra ainda a maioria das pessoas se vacinaram, tiveram esse cuidado com esse vírus terrível que a gente atravessou, e acho que ainda atravessa de certa forma. mas eu vejo muitas pessoas negacionistas ainda aí, e talvez não tiveram assim contato com o próximo com o vírus.  Eu, por exemplo, eu tive esse contato próximo com o vírus.  Cheguei a ter também, perdi membros da minha família.

Roberto: Aquela questão do negacionismo que não vão se vacinar. Aí que acha que ainda que o vírus.  Seria aí uma coisa inventada, não é?  E eu acho que é um trabalho.  Você faz um trabalho assim, de conscientização aos pequenos.  Porque é bíblico: “ensina a criança no caminho bom e quando ela for adulta, não vai se esquecer do caminho.”  E as crianças precisam ser incentivada nessas coisas boas que você fez aí No sentido de incentivar, né?  As crianças para. Essa composição?

: Composição é de Noedson Valuar, Nonói! E ele é de Fedegosos lá de Morro do Chapéu. A gente lançou a ideia.  Foi assim que surgiu, que assim que liberou a vacina para a criançada, Nós temos obrigação de mandar o recado.  E a gente manda tudo através de música.  Eu quero dizer que que o Zé Livrório é privilegiado com essas parcerias.  Eu tenho Noedson, Chico leite, Marcos Aurélio, que é daqui de Jussara, que é um belo compositor e Leo, todas daquelas músicas de Tony & Ju, que fizeram tanto sucesso aqui na região e essa da vacina, foi de Nonói, meu amigo! 

Agora o objetivo é esse, eu na verdade, eu não consigo entender ", não tomar a vacina”.  

É! A gente fica procurando explicação, Souza! Por que não, cara?  Por que nega a vacina?  Que mal vai te fazer?  E está comprovadamente. Não é?  

Roberto: A eficácia, né?  

  • A eficácia da vacina meu Deus do céu, essa última onda que teve aí agora, se a gente não tivesse, se a população não tivesse quase que totalmente vacinada, o que seria?  Será que suportaria mais uma onda?  Então o agente também tem esse papel social?  Eu acho que como professor, a gente tem obrigação de estar inserido nesses temas aí!

Roberto: Eu gostaria de saber dele também sobre essas andanças, as visitas nos lugares que passou, se teve algo assim, que marcou de forma positiva, é algo que foi muito gratificante e satisfatório aí para o seu trabalho.  

: A primeira percepção de mudança que a gente teve, foi no município de América Dourada. Foi uma recepção lá, que realmente a gente não esperava! A gente esteve no Soares, depois no Prevenido e posteriormente lá na sede em América Dourada! Eu acho que foi o pontapé inicial! Porque foi muito bom.  

- Eu quero aqui de público, agradecer a todo o pessoal da coordenação. que acho que eles prepararam o terreno para à chegada do Zé Livrório. e aquilo ali de qualquer maneira, da forma que aconteceu em América abriu para os outros municípios, onde a gente tem chegado é a mesma empolgação.

- Quando a gente chega, (as crianças) já conhecia a música, e também as pessoas, já conhecia a música da kombi! Gritando: Chegou! Chegou, Chegou a kombi do Zé!

Está entendendo?  E eles nos recebem naquela euforia, e eu realmente fiquei. Impressionado e que bom. Que esse pontapé inicial está servindo de exemplo para todo o local onde a gente chega, cara.

E recentemente a gente fez em Morro do Chapéu.  Lá tem um projeto!  A prefeitura vai até você! Ela leva toda a estrutura da prefeitura pelo município. A gente fez recentemente lá na beira do Rio e não foi diferente!  Quando a gente chegou, o pessoal já tinha conhecimento.  

Eu acho que a kombi por si só, Se não sei se você já teve a oportunidade, acho que você já viu o vídeo, não é?  “Sim” 

Ela também já chega chamando atenção também, plotada.  Ela está com uma plotagem bem nosso mesmo (da região) com ar, e fez questão disso de ter referência ao cordel, e voltada para a nossa realidade. E isso contribui também! Isto porque, a kombi por si só, já faz a festa! Tem sido muito bom por onde a gente está passando aí!

Roberto: no contexto de aprendizagem de educação é, na sua visão, qual a importância e da da literatura para esse processo da aprendizagem da das crianças?

Zé: Olha. Você quer saber a importância da literatura para a aprendizagem da criançada? É de fundamental importância para o prosseguimento de sua vida. De sua vida escolar, de como você vai viver. Do que vai servir? Para tudo! O acompanhamento da leitura, ela é fundamental, ela te abre, com ela você viaja, ela te leva. E para contribuir para uma qualidade de vida bem melhor, eu acho que esse é o grande papel do incentivo da kombi do Zé Livrório.  

Roberto: Como manter viva a cultura da leitura e gosto pela literatura pelas crianças:

: É reproduzir, Zé livrórios por aí.  É muita gente trabalhando.  Isso é um envolvimento de todos. Da coordenação de quem está à frente do município, de quem está voltado para a educação.  

Eu acho que é “educar, educar, educar”.  Como diz o poeta Zequinha Reis, “em vez de armas, violino e pincéis”

Beleza nunca é demais.  Eu acho que é incentivar e trilhar nesse caminho. E levar para que eles tenham conhecimento.  Se a gente não fizer isso aí, o celular vai tomar conta. E o celular a gente sabe como chega. E não tem ninguém trabalhando. Leia isso aqui no celular! Isso, eles não vão obedecer!  A gente tem que fazer isso de forma mais enfática.  Como a gente está propondo. Eu acho que é levar para quem está começando.

Eu lhe disse aqui há pouco que eu tenho a sensação quando eu saio de uma creche, quando eu saio de uma aula das séries iniciais e eu saio cheio de Esperança, porque ainda tem jeito, ainda tem jeito

Roberto: E tem sido gratificante, né Como você mencionou antes aqui isso!

: Chico Leite tem batido nessa tecla, ele fica impressionado. Ele fica impressionado. Quando termina essa parte, a gente, a gente faz um show musical.  Você sabe que ele gosta de trabalhar com mágica, é um momento muito bacana também, mas o que ele está mais empolgado é o momento da leitura... aquela

Roberto: leitura de Chico Leitura

Zé: Sim! Aquela troca que a gente faz ali... a gente tem a sensação de que tem jeito e que uma boa parcela, não vamos conseguir todo mundo, mas uma boa parcela vai gostar dos livros.  

Jingle (Forró)

Roberto: Esta foi a mais recente?

Zé! Foi a última gravação que a gente fez. Que é para o São João, agora para a gente rodar nas escolas. Fazer o jorrozinho do Zé Livrório!

Eu quero dizer mais, quem está conosco neste projeto! É o “Danilo Ribeiro”, é meu filho, o que apresenta o Globo Esporte! Danilo abraçou e também está inserido nesse projeto Está bacana porque a gente tá conseguindo chegar a locais que a gente nem imaginava. Quero agradecer a ele.  

Mensagem Final Zé

Pois é Souza! Quem agradece sou eu pela oportunidade!  Que bom! Falando aqui para você e para todos os ouvintes! Todos que acompanham aí a Vida FM 107. 9.

É a mensagem é de todos aqueles que acreditam como a gente disse há pouco: “educar, educar, educar, educar, até que o mais rude dos homens, compreender que em vez de armas, violino e pinceis.”

Essa frase é do poeta Zequinha Reis. E que todos venham, que a gente se junte e que a gente se multiplique. A mensagem é essa. Eu quero agradecer por essa oportunidade.

E dizer que estamos aí! É só contactar a gente também volta.  Eu quero voltar aqui com o Chico. Ele não pôde vir hoje para gente, vamos marcar (Roberto). Vamos remarcar para aqui, bater um papo.  Muito obrigado e. boa sequência e do programa. 

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