O presidente estadual do PT, Éden Valadares, está de bem com a vida !

O presidente estadual do PT, Éden Valadares, está de bem com a vida. Mesmo sem ter parado ainda desde as articulações para a montagem da chapa no início do ano, o dirigente partidário comemora a vitória de Jerônimo Rodrigues (PT) para o governo da Bahia, o que considera um reconhecimento do povo baiano ao trabalho feito pelo partido no estado nos últimos 16 anos.

“Era alguém que, apesar do grande público não conhecer, com uma trajetória de vida muito semelhante, muito similar, à do povo baiano. A gente sabia que o povo saberia reconhecer isso. Em termos de capacidade política, de liderança técnica, quem o conhecia já gostava. Então nosso desafio foi apresentar, foi fazer Jerônimo ser reconhecido”, afirmou Éden, em entrevista ao Bahia Notícias.

Junto a nomes como Adolpho Loyola, Lucas Reis, Luiz Caetano, André Curvello e Diogo Medrado, Éden integrou a “coordenação de campanha horizontalizada” de Jerônimo e agora integra um núcleo duro que discute a transição de governos petistas na Bahia. Segundo ele, o momento agora é de organizar a nova gestão; articulações ficarão para depois.

“A próxima legislatura começa dia 1º de fevereiro, então o governo terá um mês entre a posse de Jerônimo e a posse dos deputados para, aí sim, com articulação política montada, secretariado montado, para a gente começar um processo de diálogo sobre a Assembleia. É claro que, quanto maior a base, mais conforto traz para aprovar os projetos, para tocar a nossa agenda, mas nós não estamos dialogando agora não”, declarou o dirigente.

Éden ainda disse que não tem pretensão pessoal de se candidatar nem de assumir qualquer cargo na administração estadual, mas se colocou à disposição do PT para atuar onde quer que desejem.

“Sempre estive à disposição e continuo à disposição do nosso partido. Tenho um mandato ainda [como presidente estadual do PT], meu mandato vai até 2023. Caso o governador Jerônimo avalie que é necessário eu contribuir de alguma forma com a sua gestão, eu vou sentar com os meus colegas dirigentes, meus companheiros e companheiras de direção, e avaliar. Mas eu não me governo não. Eu sou fruto de um projeto coletivo e nós vamos debater essas possibilidades coletivamente”, comentou Éden

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